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Treinamentos On Line de Segurança do Trabalho

NR 5: Treinamento de CIPA

IT – 17: Brigada de Incêndio / Emergência

NR 12: Segurança em Máquinas e Equipamentos

NR 17: Treinamento de Ergonomia

NR 33: Espaço Confinado

NR 6: Uso, Guarda e Conservação de EPI

NR 10: (Básico, SEP e Reciclagem)

NR 18: Treinamento de Integração

NR 35: Trabalho em Altura Palestras para SIPAT

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INSTRUTORES

Equipe de Técnicos e Engenheiros especializados em Segurança do Trabalho, com expertise e proficiência nos temas abordados

Quais cursos a NSA oferece?

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA – tem como objetivo a prevenção de acidentes de trabalho  e doenças decorrentes, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

A CIPA é regulamentada pelos artigos 162 a 165 da CLT e pela NR 05.

É responsabilidade da empresa promover treinamento para os membros da CIPA, titulares e suplentes, antes da posse. No  primeiro mandato deve ser realizado no prazo máximo de trinta dias, contados a partir da data da posse.

O treinamento para a CIPA deverá contemplar, no mínimo, os seguintes itens:

  • Estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos originados do processo produtivo;
  • Metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho;
  • Noções sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de exposição aos riscos existentes na empresa;
  • Noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS, e medidas de prevenção;
  • Noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária relativas à segurança e saúde no trabalho;
  • Princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos;
  • Organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuiçõesda Comissão.

O treinamento terá carga horária de 20 (vinte horas), distribuídas em no máximo oito horas diárias e será realizado durante o expediente normal da empresa e poderá ser ministrada pelo SESMT da empresa, entidade patronal, entidade de trabalhadores ou por profissional que possua conhecimentos sobre os temas ministrados.

A CIPA será ouvida sobre o treinamento a ser realizado, inclusive quanto à entidade ou profissional que o ministrará, constando sua manifestação em ata, cabendo à empresa escolher a entidade ou profissional que ministrará o treinamento.

Estabelecer as condições mínimas para a composição, formação, implantação, treinamento e reciclagem da brigada de incêndio e os requisitos mínimos para o dimensionamento da quantidade de bombeiro civil, para atuação em edificações e áreas de risco no Estado de São Paulo, na prevenção e no combate ao princípio de incêndio, abandono de área e primeiros socorros, visando, em caso de sinistro, proteger a vida e o patrimônio, reduzir os danos ao meio ambiente, até a chegada do socorro especializado, momento em que poderá atuar no apoio.

Critérios básicos para seleção de candidatos a brigadista os candidatos a brigadista devem Atender preferencialmente aos seguintes critérios básicos:

  • Permanecer na edificação durante seu turno de trabalho;
  • Experiência anterior como brigadista;
  • Possuir boa condição física e boa saúde;
  • Possuir bom conhecimento das instalações, devendo ser escolhidos preferencialmente os funcionários da área de utilidades, elétrica, hidráulica e manutenção geral;
  • Ser maior de 18 anos;
  • Ser alfabetizado.

Objetivo do treinamento é capacitar, atualizar e certificar profissionais em conformidade com a NBR-14276, nas ações de prevenção e combate a princípios de incêndios.

Carga Horária do treinamento depende da característica do treinamento seja ele Básico, Intermediário e Avançado de acordo com a Instrução Técnica do CBPMESP.

Conteúdo programático: 

  • Introdução (Objetivos do curso e dos Brigadistas);
  • O que é fogo;
  • Triangulo do fogo;
  • Teoria do fogo (Combustão, seus elementos e a reação em cadeia);
  • Propagação do fogo;
  • Classes de incêndio;
  • Métodos de extinção;
  • Agentes extintores;
  • Extintores de incêndio;
  • Técnicas de combate a incêndio com extintores;
  • Procedimentos básicos em locais de Incêndio;
  • Sistemas fixos de combate a incêndio;
  • Sistemas de detecção, alarme e comunicações;
  • Ferramentas de salvamento;
  • Técnicas de combate a incêndio com uso de mangueiras e hidrantes;
  • Exigências legais quanto à instalação, localização e sinalização dos extintores de incêndio e hidrantes;
  • Pessoas com mobilidade reduzida;
  • Procedimentos básicos em locais de Incêndio;
  • Riscos específicos da planta e Prevenção de incêndio;
  • Plano de Emergência;
  • Procedimentos para abandono de área e controle de pânico. Instruções.

A capacitação dos operadores de máquinas atende a NR 12 da Portaria 3.214/78 do MTE  e deve abranger 2 etapas, a fim de permitir a operação segura:

  • Descrição e identificação dos riscos associados com cada máquina. Emissão de relatório validado por responsável técnico devidamente habilitado.
  • Aplicação dos treinamentos com carga horária de 8h.

Conteúdo programático

  • Reconhecimento dos riscos e medidas de proteção
  • Inspeção e manutenção
  • Proteção na utilização da máquina ou equipamento
  • Segurança para riscos mecânicos, elétricos e outros relevantes
  • Métodos de trabalho seguro
  • Permissão de trabalho
  • Sistema de bloqueio de funcionamento da máquina e equipamento durante operações de inspeção, limpeza, lubrificação e manutenção

Prática de operação com segurança.

A capacitação dos operadores de máquinas atende a NR 12 da Portaria 3.214/78 do MTE  e deve abranger 2 etapas, a fim de permitir a operação segura:

  • Descrição e identificação dos riscos associados com cada máquina. Emissão de relatório validado por responsável técnico devidamente habilitado.
  • Aplicação dos treinamentos com carga horária de 8h.

Conteúdo programático

  • Reconhecimento dos riscos e medidas de proteção
  • Inspeção e manutenção
  • Proteção na utilização da máquina ou equipamento
  • Segurança para riscos mecânicos, elétricos e outros relevantes
  • Métodos de trabalho seguro
  • Permissão de trabalho
  • Sistema de bloqueio de funcionamento da máquina e equipamento durante operações de inspeção, limpeza, lubrificação e manutenção

Prática de operação com segurança.

O Treinamento de Ergonomia atende a NR 17 – Ergonomia da Portaria 3.214/78 do MTE  e visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.

Durante o treinamento proporciona maior segurança e noções sobre prevenção e os fatores de risco para a saúde, decorrentes da modalidade de trabalho levando em conta aspectos relacionados ao posto de trabalho, manipulação correta de mercadorias, organização do trabalho e aspectos psicossociais do trabalho.

Destinado a todos os funcionários de empresas que exercem o trabalho em atividades de telemarketing e outras diversas modalidades desse serviço, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança, saúde e desempenho eficiente.

A Norma prevê a obrigatoriedade de treinamento semestral para os funcionários da empresa, a fim de capacitar e orientar quanto às formas, causas e efeitos de adoecimento relacionadas às suas atividades, bem como suas medidas de prevenção.

Conteúdo Programático:

  • Conceito de Ergonomia;
  • Exames ocupacionais;
  • Fatores de risco;
  • Medidas de prevenção;
  • Utilização correta dos mecanismos de ajustes dos mobiliários e equipamentos;
  • Exercícios laborais;
  • Saúde vocal e Auditiva.

O espaço confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio.

A NR-33 – Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados, tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação dos espaços confinados, do reconhecimento, da avaliação, do monitoramento e do controle dos riscos existentes, de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes espaços.

De acordo ao subitem 33.3.5.7 da NR-33, estabelece que:

“33.3.5.7 Os instrutores designados pelo responsável técnico, devem possuir comprovada proficiência no assunto.“

O termo proficiência é definido pela norma regulamentadora nº 33, como competência, aptidão, capacitação e habilidade aliadas à experiência.

É importante destacar, que ao término do curso da NR-33 deverá ser emitido o certificado contendo o nome do trabalhador, o conteúdo programático, a carga horária, a especificação do tipo de trabalho e espaço confinado, a data e o local de realização do treinamento, com as assinaturas dos instrutores e do responsável técnico. Tal como, uma cópia do certificado deverá ser entregue ao trabalhador e a outra cópia ser arquivada na empresa.

Segundo ao subitem 33.3.5.1 da NR-33, estabelece que:

“33.3.5.1 É vedada a designação para trabalhos em espaços confinados sem a prévia capacitação do trabalhador.“

Em vista disso, todo o trabalhador antes de executar suas atividades em espaços confinados deverá ser capacitado, conforme a carga horária e o conteúdo programático previstos nos subitens 33.3.5.4 e 33.3.5.5 da NR-33, descritos abaixo:

“33.3.5.4 A capacitação inicial dos trabalhadores autorizados e Vigias deve ter carga horária mínima de dezesseis horas, ser realizada dentro do horário de trabalho, com conteúdo programático de:

  1. definições;
  2. reconhecimento, avaliação e controle de riscos;
  3. funcionamento de equipamentos utilizados;
  4. procedimentos e utilização da Permissão de Entrada e Trabalho;
  5. “noções de resgate e primeiros socorros.”

“33.3.5.5 A capacitação dos Supervisores de Entrada deve ser realizada dentro do horário de trabalho, com conteúdo programático estabelecido no subitem 33.3.5.4, acrescido de:

  1. identificação dos espaços confinados;
  2. critérios de indicação e uso de equipamentos para controle de riscos;
  3. conhecimentos sobre práticas seguras em espaços confinados;
  4. legislação de segurança e saúde no trabalho;
  5. programa de proteção respiratória;
  6. área classificada;
  7. operações “de salvamento.”

Todos os trabalhadores autorizados, vigias e supervisores de entrada deverão receber capacitação periódica a cada 12 meses, com carga horária mínima de 8 horas. Além disso, o subitem 33.3.5.2 da NR-33 dispõe que:

“33.3.5.2 O empregador deve desenvolver e implantar programas de capacitação sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:

  1. mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
  2. algum evento que indique a necessidade de novo treinamento;
  3. “quando houver uma razão para acreditar que existam desvios na utilização ou nos procedimentos de entrada nos espaços confinados ou que os conhecimentos não sejam adequados.”

Atender a NR 06 da Portaria 3.214/78 do MTE que prevê a obrigatoriedade da realização do treinamento para os funcionários que utilizem qualquer tipo de EPI, a fim de capacitar e orientar os trabalhadores quanto à necessidade e uso correto dos equipamentos, visando garantir sua segurança e integridade física.

Esse treinamento é obrigatório a todos os colaboradores que utilizam EPI – Equipamento e Proteção Individual durante a sua jornada de trabalho independente se o uso se caracteriza como continuo ou intermitente.

Possui o seguinte conteúdo programático:

  1. Definições da Norma Regulamentadora nº 6;
  2. Conceitos de EPIs;
  3. Tipos de EPIs;
  4. Orientação e treinamento quanto ao uso adequado, guarda e conservação dos Equipamentos de Proteção Individual.

O curso NR-10 básico trata das medidas de segurança em instalações e serviços em eletricidade. De acordo com a NR-10 da Portaria 3.214/78 do MTE, a certificação é obrigatória para todos os profissionais que trabalham direta ou indiretamente com Baixa e/ou Média Tensão. O curso tem 40 horas de carga horária para o curso Básico.

Conteúdo programático:

  1. Introdução A Segurança Com Eletricidade
  2. Riscos Em Instalações E Serviços Com Eletricidade
  3. Técnica De Análise De Riscos
  4. Medidas De Controle Do Risco Elétrico
  5. Normas Técnicas Brasileiras
  6. Regulamentações Do MTE
  7. Equipamentos De Proteção Coletiva
  8. Equipamentos De Proteção Individual
  9. Rotinas De Trabalho – Procedimento
  10. Documentação De Instalações Elétricas
  11. Riscos Adicionais
  12. Acidentes De Origem Elétrica
  13. Proteção E Combate A Incêndios
  14. Primeiros Socorros
  15. Responsabilidades

O curso SEP é complementar ao NR-10 Básico que atende Portaria 3.214/78 do MTE e trata sobre o Sistema Elétrico de Potência (SEP). A certificação é obrigatória para todos os profissionais que trabalham direta ou indiretamente em sistemas de alta tensão, acima de 1000 volts. O curso tem 40 horas de duração.

Conteúdo programático:

  1. Organização do sistema elétrico de potência
  2. Organização do trabalho
  3. Aspectos comportamentais
  4. Condições impeditivas para serviços
  5. Riscos típicos no SEP e sua prevenção
  6. Técnicas de análise de riscos no SEP
  7. Procedimentos de trabalho (análise e discussão)
  8. Técnicas de trabalhos sob tensão
  9. Equipamentos e ferramentas de trabalho
  10. Sistemas de proteção coletiva
  11. Equipamentos de proteção individual
  12. Posturas e vestuários de trabalho
  13. Segurança com veículos e transporte de pessoas, materiais e equipamentos
  14. Sinalização e isolamento de áreas de trabalho
  15. Liberação de instalação para serviço, operação e uso
  16. Treinamento em técnicas de remoção, atendimento e transporte de acidentados
  17. Acidentes típicos
  18. Responsabilidades

Todos os empregados devem receber treinamentos admissional e periódico, visando a garantir a execução de suas atividades com segurança.

O treinamento admissional deve ter carga horária mínima de 6 (seis) horas, ser ministrado dentro do horário de trabalho, antes de o trabalhador iniciar suas atividades:

Conteúdo Programático:

a) informações sobre as condições e meio ambiente de trabalho;
b) riscos inerentes a sua função;
c) uso adequado dos Equipamentos de Proteção Individual – EPI;
d) informações sobre os Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC, existentes no canteiro de obra.
O treinamento periódico deve ser ministrado:
a) sempre que se tornar necessário;
b) ao início de cada fase da obra.

Nos treinamentos, os trabalhadores devem receber cópias dos procedimentos e operações a serem realizadas com segurança.

Para realização do treinamento o empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura.

Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de 08 (oito) horas.

Conteúdo programático:

a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
b) Análise de Risco e condições impeditivas;
c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;
d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;
e) Acidentes típicos em trabalhos em altura;
f) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.

O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:

a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa.
O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de 08 (oito) horas, conforme conteúdo programático definido pelo empregador.

De acordo com a NR 05 – CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) o empregador deve realizar anualmente a SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes), realizando campanhas, treinamentos, palestras e orientação para todos os seus trabalhadores.

Para atender essa necessidade disponibilizamos diversas palestras para realização da sua SIPAT.

Seguem alguns temas abordados em SIPAT´s:

  1. Motivação
  2. Qualidade de Vida
  3. Segurança no Trabalho
  4. Meio Ambiente
  5. Sexualidade
  6. Saúde e Higiene Pessoal
  7. Ergonomia
  8. Direção Defensiva
  9. Primeiros Socorros
  10. Prevenção de Acidentes Domésticos
  11. Alimentação Saudável

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